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Joel Pinheiro defende Reforma da Previdência: “imperfeita, mas não tem como adiar”

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Joel Pinheiro participa do Pânico; veja fotos

Joel Pinheiro explicou necessidade da Reforma e medidas que o governo irá adotar

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Joel Pinheiro explicou necessidade da Reforma e medidas que o governo irá adotar

Joel Pinheiro no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Joel Pinheiro no Pânico

Joel Pinheiro no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Joel Pinheiro no Pânico

Joel Pinheiro no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Joel Pinheiro no Pânico

Joel Pinheiro no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Joel Pinheiro no Pânico

Joel Pinheiro explicou necessidade da Reforma e medidas que o governo irá adotar
Joel Pinheiro no Pânico
Joel Pinheiro no Pânico
Joel Pinheiro no Pânico
Joel Pinheiro no Pânico

O economista e mestre em filosofia pela USP Joel Pinheiro passou pelo Pânico na Rádio nesta quinta-feira (16) para discutir um assunto que assusta os brasileiros: a Reforma da Previdência. Segundo ele, a proposta é totalmente necessária na atual situação econômica do país.

“Essa Reforma é imperfeita, mas totalmente necessária. Não tem mais como adiar”, defendeu Joel. “Dilma e FHC tentaram e antes dava para discutir, mas agora não dá mais”, afirmou.

Apesar de defender a Reforma, o economista entende sua rejeição por grande parte da população. “Falta o governo dialogar melhor. É legítimo as pessoas estarem preocupadas com isso, mas quando se entende a magnitude do problema não tem mais discussão”, avaliou.

Quando questionado se a Reforma não deveria ser feita com mudanças graduais ao longo dos anos, ele explicou a dificuldade do processo.

“Com o FHC dava para ser gradual, com o Lula também. Com a Dilma não dava tanto porque estava grave e ela não fez, agora tem que fazer pra ontem”, disse ao afirmar que, caso a proposta seja aceita, daqui a 10 anos teremos uma economia de R$1 trilhão.

Joel ainda explicou que o dinheiro desviado em corrupção por políticos não é suficiente para “compensar” o rombo na Previdência, que já soma R$300 bilhões. “Toda a corrupção é migalha perto do ajuste que precisamos agora”, afirmou.

Ao explicar as medidas que o governo terá que tomar para acabar com a dívida, Joel afirmou que os impostos também serão aumentados. “Mesmo que o rombo da previdência seja fechado [com a Reforma], não fecha tudo; então vai ter que aumentar um pouco de imposto mesmo”, falou.


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